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04/16/2010

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No outro dia estava no supermercado quando uma mãe empurrou a filhinha de mais ou menos 3 anos, contra uma prateleira (porque a criança pedia algo para ser comprado). As costas da criança bateu na quina e machucou, o que a fez chorar, e aí apanhou mais ainda. Não me contive e pedi para a mãe parar, ao que ela me disse: "a filha é minha e eu faço o que quiser com ela...". Saí do mercado aos prantos pela rua,lamentando não poder fazer mais nada naquele momento para ajudar a criança. E sentia uma dor tão grande diante da minha impossibilidade maior de intervenção. Não sou como a amiga forte da Elsie, sou magrinha e pequena, poderia apanhar tanto quanto aquela criança. Acho que foi isso que me doeu mais: não saber mais como socorrer aquela pequena vítima.

Acho que também não sei o quanto posso me arriscar, mas sou muito impulsiva. Já enfrentei grandalhões que jogaram minha irmã na piscina e simplesmente disse a eles para virem e pegarem alguém do tamanho deles (detalhe, eu sou bem menor que eles). Mas, é mais fácil fazer isso por irmãs, os desconhecidos pedem de nós mais calma e cálculos que não sei se estão certos, se são cristãos.
Creio que Deus tenha nos dado corações capazes de amar a qualquer pessoa como amamos a nós mesmos e esse amor deve gerar tanto atos impulsivos (e até invasivos), mas também nos levar a pensar a longo prazo, em políticas e ações que restaurem os costumes. Por exemplo, propagar a cultura de paz.

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