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Cada problema acaba agravando o outro. Estão unidos por causas e efeitos.
Acima de tudo, quando a organização não valoriza seus funcionários tanto quanto valoriza seus beneficiários há incoerências e conflitos mais intensos. O discurso se torna vazio, os propósitos viram despropósitos.
E aí, para salvar sua pele, a organização muitas vezes faz uso da manipulação (seja ideológica, religiosa, etc).
Quando se trata de uma instituição social, o assunto é ainda mais sério. Com a função de resgatar a dignidade das pessoas (e não gerar lucros financeiros), ela não pode se furtar de manter a dignidade de seus próprios companheiros de trabalho.

Gostei muito deste texto. E por ter trabalhado durante muitos anos num Projeto Social, reconheço essas atitudes como uma realidade. Coloca-se o social como prioridade de uma igreja cristã, mas na maioria das vezes não percebe as fragilidades e as necessidades das pessoas que se dispõem a colocar a mão na massa; que estão envolvidas no dia a dia do projeto.
Acredito sinceramente que a igreja pode fazer muito pelo social do país.
Acredito que haverá mudanças significativas nos projetos sociais quando homens e mulheres perceberem que havendo ética acontecerá de fato o resgate da dignidade humana.

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